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ESCOLA DE ESCULTURA DE MAFRA

Teve sede no Convento Mafra sob a direção de Alessandro Giusti, escultor que viera da Itália para montar a capela de S. João Baptista, na Igreja de S. Roque, deslocando-se para Mafra, no ano de 1753, acompanhado pela família e pelos ajudantes desbastadores, Francisco Alves Canada e Pedro António Luquez. Esta instituição foi o esteio do renascimento da arte da escultura em Portugal. Com efeito, nela foram formados os melhores escultores portugueses de finais do século XVIII e princípios do século XIX, cujo merecimento é atestado pelos trabalhos que deixaram no Monumento de Mafra: Brás Toscano de Melo, Joaquim Machado de Castro, José João Elvani, José Joaquim Leitão, Francisco Leal Garcia, Joaquim António Macedo, José da Silva Pevides, José Patrício, Alexandre Gomes, Lourenço Lopes e Estêvão António Jorge, alguns dos quais naturais do concelho de Mafra. Foram diretores da Escola de Escultura de Mafra: Giusti, Joaquim José de Barros Laborão e Brás Toscano de Melo.